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Situação
de Emergência:
Rio Branco conta com a ajuda de Rotarianos
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PMRB/
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Rio
Branco vive um momento difícil, depois de uma forte
seca, a capital Acreana vive os dramas da alagação.
Uma grande corrente de solidariedade se forma na cidade,
além de parentes e amigos dos flagelados, várias
entidades, empresas e pessoas trabalham de alguma forma
para ajudar. A ACISA (Associação Comercial)
criou vários pontos de arrecadação
de roupas e alimentos para as famílias desabrigadas
e na medida do possível essas famílias estão
sendo atendidas.
Na
Casa da Amizade de Rio Branco já foi montado um posto
de arrecadação, numa iniciativa do Interact
Club Adonay Santos com a ajuda do Rotaract’s José
Altemir e Paul Harris. As ações dos jovens
do rotary continuam na comunidade. O Presidente Victor Augusto,
morador do bairro da Base, e que também corre o rico
da alagação, peregrina todos os dias colhendo
ajuda.
Mas
a cidade sabe que quando as águas do Rio Acre baixarem,
o problema poderá ser ainda pior... Sujeira, lama
e doenças podem proliferar, e pensando nisso, os
Rotary Club’s de Rio Branco, Penápolis e Novas
Gerações, com a ajuda indispensável
da Casa da Amizade e dos Interact e Rotaract Club’s
mobilizam-se para o pós alagação. Uma
reunião está sendo agenda junto à autoridades
do município para se discutir o que fazer.
O
companheiro Garrincha, governador assistente, informou ao
Governador Arno Voigt que, preocupado com o problema, enviou
uma carta aos Governadores de Distrito do Brasil e de vários
locais do mundo, além do Presidente Stenhammar e
RI Brazil Office pedindo ajuda aos Acreanos.
Além
dessa ajuda, os Rotary Club’s de Rio Branco pedem
ajuda financeira, pois um trabalho de limpeza e reconstrução
logo vai começar, e apesar dos clubes contarem com
um caixa reforçado pelo resultado do Baile do Hawai,
muito mais será necessário.
Envie doações para:
Banco
Real (356)
Agência: 0270
Conta Corrente: 0713116-3
Rotary Club de Rio Branco - Penápolis
CNPJ: 702.655.475/0001-41
O
Povo Acreano Agredece.
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Defesa Civil encontra
resistência para remover famílias de casas
alagadas
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Acre baixa 10 centímetros em menos de 8 horas e Defesa
Civil começa a respirar aliada
Defesa
Civil encontra resistência para remover famílias
de casas alagadas
Publicado em Fev 21, 2006
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RIO
BRANCO, AC - Com o rio a 16,73m na última medição
das 22h30, uma simulação do Sistema de Informações
Georreferenciadas, da Prefeitura de Rio Branco mostra que
ao menos 8.301 imóveis em Rio Branco foram atingidos,
de algum modo, pelas águas do Rio Acre. Aproximadamente
2.040 pessoas a mais que ontem (19) já foram atingidas,
perfazendo um total de 33.204.
A
Prefeitura de Rio Branco inclui no número de atingidos
aquelas pessoas cuja água já alcançou
o quintal de suas residências e que não necessariamente,
tenham que sair delas, porque não estão ameaçadas.
Mas
em vários bairros, os técnicos da Defesa Civil
municipal encontram resistência de alguns, de não
querer ir para abrigos seguros.
Um
exemplo veio de duas famílias da Rua Raimundo Guerra,
no Bairro Comara, no final da tarde hoje. Relutavam em deixar
o local, mesmo vendo suas casas sendo invadidas pela água
fétida do córrego do 14-Bis, como é
conhecido o canal de esgoto que passa pela região.
Não
vou sair porque não quero ir para abrigo e não
posso ir para outro lugar também, teimava a dona
de casa Edileuda Barbosa, 50 anos, diante de homens do Exército
prontos para retirar seus pertences. Depois, acabou se convencendo
e autorizou a entrada em sua residência.
Embora
as chuvas tenham cessado nos municípios de Brasiléia
(260 quilômetros da capital) e de Assis Brasil (310
quilômetros), ainda é muito grande o volume
de água que desce do Riozinho do Rola. O manancial
passou de 15,72m no domingo para 15,87m no início
da tarde de segunda e chegou, Às 22h a marca de 15,92m.
Por
isso mesmo, o coordenador Municipal da Defesa Civil, Gilvan
Vasconcelos, recomenda que as pessoas em situação
de extremo risco de inundação procurem o auxílio
das equipes de resgate o quanto antes, para que não
venham a sofrer perdas depois, diz.
Na
área do Comara, Vasconcelos encontrou também
construções sendo erguidas em áreas
impróprias, ao lado de esgoto e sobre terrenos alagadiços.
Por conta disso, fiscais da Secretaria Municipal de Obras
estiveram no local e afirmaram que vão demolir todas
as obras que estiverem em situação irregular.
Moradores
reclamam de medidas anti-alagação
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PMRB/
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RIO
BRANCO, AC 20.02 – Moradores das áreas onde
a prefeitura teve de interditar ruas por causa da alagação
estão reclamando dos problemas decorrentes dessas
medidas. O leitor identificado como Anderson pediu providências
em relação ao residencial Edson Cadaxo, que
fica localizado próximo da ponte do igarapé
São Francisco. De acordo com Anderson, há
um trecho da Estrada do São Francisco que está
desbarrancando impedindo a passagem de veículos.
Bom
dia!!! Gostaria de fazer um pedido para que façam
uma matéria de melhorias de ruas. trata-se da ponte
do igarapé São Francisco que foi interditada
para manutenção, tendo em vista que logo mais
uns 200 metros da estrada do São Francisco a avenida
tem um trecho que esta desbarrancando impedindo a passagem
de veículos. “Logo, os moradores do bairro
Edson Cadaxo ficam isolados, motivo qual uma outra rua de
saída do bairro que dá acesso ao bairro Oscar
Passos está impedida por grandes valas e buracos
e impossibilitando passagem de veículos”, diz
o leitor. A ponte do São Francisco foi interditada,
o que estaria piorando a situação dos moradores.
Já
a leitora que se identificou como Aldenira queixa-se da
velocidade inadequada e perigosa dos batelões e barcos
que percorrem as ruas alagadas do bairro Taquari. Inclusive,
segundo ela, há embarcações utilizadas
pelos homens da Defesa Civil.
Rio Acre baixa 10 centímetros
em menos de 8 horas e Defesa Civil começa a respirar
aliada
Roberto Vaz
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RIO
BRANCO, AC - Os números das últimas horas
mostravam que a situação de alagamento de
Rio Branco já se aproximava da última grande
alagação registrada em 1997, quando a escala
métrica registrou a marca de 17,66m. Mas na manhã
desta quarta-feira veio a informação do coordenador
da Defesa Civil Municipal, Cel. Gilvan Vasconcelos que,
enfim, o nível começa a baixar. Ontem à
noite na última medição o número
era de 16,73m e às 6 horas de hoje havia baixado
para 16,63m.
Pelos
relatos dos mais antigos a maior alagação
do Acre aconteceu em 1954, quando 405 d cidade fico debaixo
dàgua. Mas não há registro oficiais.
As outras grande alagações foi em 1971 com
o nível em 16,30 25 de março; em 13 de abril
1984 que foi de 16,22cm; em 1988 que alcançou 17,12m
e 1979 que alcançou o nível de 16,38m.
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